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July 08 Hondurenhos organizam 'tele-golpe' para combater cerco informativoDivulgação Científica In English http://translate.google.com.au/translate?hl=en&sl=pt& Italiano Hondurenhos organizam 'tele-golpe' para combater cerco informativo
Blog de Notícias
Jovens hondurenhos contrários à expulsão do presidente Manuel Zelaya estão enviando vídeos amadores e fotos de celular ao YouTube no que estão chamando de "tele-golpe", informa a agência AFP. Sob o controle do governo interino, canais nacionais têm oferecido uma cobertura política tendenciosa e normalmente cortam a transmissão da TV a cabo para transmitir sua mensagem, diz Henry Orrego, da AFP. "Chamamos [a iniciativa] de 'tele-golpe' porque nos canais nacionais não é possível ver a realidade do que está acontecendo", explica um estudante universitário. O mais popular dos mais de 25 vídeos, chamado “Nada está acontecendo em Honduras”, mostra soldados jogando gás lacrimogênio e batendo em manifestantes, assim como soldados e manifestantes ensanguentados. Estudantes citados por Orrego afirmam estar usando o boca-a-boca e panfletos para divulgar o site. Num país onde apenas 11 por cento das casas tem computadores, os estudantes estão levando seus laptops para as ruas de alguns distritos da classe média para mostrar o outro lado da crise aos seus vizinhos, diz Orrego. O canal de TV '36', que foi mantido fora do ar pela primeira semana da crise por ser considerado leal a Zelaya, pôde voltar a transmitir no final de semana, acrescenta a EFE.
July 07 Com crise, mundo regride na luta antifomeDivulgação Científica In English http://translate.google.com.au/translate?hl=en&sl=pt& Italiano http://translate.google.it/translate?hl=it&sl=pt&u=http://helioaraujosilva.spaces.live.com/%3F_c11_BlogPart_pagedir%3DLast%26_c11_BlogPart_BlogPart%3Dblogview%26_c%3DBlogPart&ei=a1ESSqnyIMuEsAaa7oWADg&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dparmedianismo%26hl%3Dit%26sa%3DGCom crise, mundo regride na luta antifome
O mundo regrediu no combate à fome, de acordo com o último relatório mundial sobre os ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), uma série de metas socioeconômicas que os países da ONU se comprometeram a cumprir até 2015. O documento, lançado nesta segunda-feira, afirma que, nos países em desenvolvimento, a proporção de subnutridos, que havia caído cerca de 4% desde os anos 90, teve aumento de 1% em 2008. A redução da pobreza também sofreu desaceleração e deve estagnar nos próximos anos, diz o texto. Segundo o Relatório sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2009, assinado pelo secretário-geral, Ban Ki-moon, o ritmo de cumprimento das metas tem sido muito lento e a crise econômica mundial aumenta o risco de insucesso dos países. Só na América Latina, a proporção de pessoas que passam fome deve aumentar até 13% entre 2008 e 2009, um grande retrocesso — entre 1990 e 2006, a queda da porcentagem de famintos na região foi de 4%. A meta da ONU é reduzir o número de pessoas passando fome pela metade até 2015, mas o objetivo está sendo prejudicado pela alta do preço dos alimentos. Os valores no mercado internacional, que atingiram patamares muito elevados no início de 2008, começaram a cair a partir de setembro, mas a comida continuou cara para os consumidores nos países em desenvolvimento, principalmente no Brasil, na Índia e na Nigéria, avalia o relatório. Entre 1990 e 2005, mais de 400 bilhões de pessoas saíram da pobreza no mundo, mas a crise financeira mundial deverá colocar na pobreza entre 55 milhões e 90 milhões, afirma o documento. “As taxas de pobreza nos países em desenvolvimento em geral continuarão baixando em 2009, mas a um ritmo inferior ao registrado antes da crise.” O mundo deve atingir a meta de reduzir pela metade a proporção de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza até 2015, mas principalmente por conta do ritmo forte de redução na China e outros países asiáticos – fazendo com que a melhoria não seja bem distribuída no mundo. O objetivo do milênio no qual houve menos progresso até agora, avalia o relatório, foi a redução da mortalidade materna. A meta é reduzir em três quartos as mortes de mulheres relacionadas ao parto ou à gestação, mas a taxa saiu de 480 mortes de mães a cada 100 mil bebês nascidos vivos, em 1990, para 450 mortes a cada 100 mil em 2005 – uma redução de apenas 6%. Os dados correspondem apenas a países em desenvolvimento, pois eles são responsáveis por 99% dos casos de mortalidade materna. Na América Latina, a redução foi de 27% no período, ritmo considerado lento pelas Nações Unidas. O relatório é otimista com relação à meta que estipula a redução de dois terços na taxa de morte entre crianças até cinco anos. No mundo todo, a taxa caiu menos de um terço, mas a ONU diz que avanços nas regiões mais carentes da África podem refletir em maior sucesso nos anos finais do prazo. O documento ainda diz que 89% das crianças do mundo já têm acesso à educação primária; a meta é atingir a totalidade dos meninos e meninas.
July 05 Tecnologias ‘verdes’: o planeta e as patentesPropriedade intelectualTecnologias ‘verdes’: o planeta e as patentesEsqueça a luta pelo licenciamento compulsório das drogas retro-virais anti-HIV. A guerra das patentes agora se dá à luz do aquecimento global.Por Hugo SouzaNos EUA, há muita gente atenta a um processo que corre em um tribunal da cidade de Santa Ana, na Califórnia, movido pela Kruser Technology Partnership, empresa do Vale do Silício, contra a Dmax, uma fabricante de motores a diesel do estado de Ohio, que na verdade é uma joint venture formada pela General Motors e a japonesa Izusu. A Kruser acusa a Dmax de violar três das suas patentes de um sistema chamado “Ciclo de Temperatura Limitada”, que aumenta a eficiência térmica dos motores a diesel e reduz significativamente suas emissões de determinadas substâncias químicas usando um mecanismo mais inteligente de injeção de combustível O caso resume o mais novo capítulo de uma antiga controvérsia: os limites dos direitos de propriedade intelectual, ou a ausência deles. A questão dos medicamentos genéricos versus grandes monopólios farmacêuticos e bioquímicos é apenas a ponta de um iceberg de imbróglios éticos, jurídicos, comerciais e de soberania referentes às mais diversas áreas de conhecimento. No momento em que os gases de efeito estufa competem na TV e nos jornais com Kim Jong-Il e Mahmoud Ahmadinejad para substituir Osama bin Laden no posto de inimigo global número um, a questão das patentes das chamadas tecnologias “verdes” emerge como o desafio mais premente do complexo casamento liberal entre interesses públicos e privados. No dia 7 de maio deste ano, o Observatório de Propriedade Intelectual, com base em Genebra, na Suíça, publicou em seu site um artigo sobre o tema de autoria de David Hirschmann, presidente do Centro Global de Propriedade Intelectual e vice-presidente da Câmara Americana de Comércio. Hirschmann desenvolve uma engenhosa argumentação para vender o seu peixe. Ele cita duas datas próximas, o Dia Mundial da Terra, 22 de abril, e o Dia Mundial da Propriedade Intelectual, celebrado no dia 26 do mesmo mês, dizendo que a primeira tem servido para inspirar a consciência e o apreço pela “Mãe Terra”, enquanto a segunda vem contribuindo para valorizar o papel das invenções patenteadas na economia e na vida cotidiana. Então, conclui, deveríamos pensar as duas datas de uma maneira nova, interligada, como a “Semana da Inovação Verde”. Patente no eBay “As empresas investem bilhões e empregam milhares de cientistas, engenheiros e outros trabalhadores no desenvolvimento de novas tecnologias limpas, que irão revolucionar o modo como produzimos e utilizamos energia”, completa Hirschmann. Este é o argumento em geral de quem investe, inventa e invoca os direitos de propriedade sobre suas inovações. E é também, apesar das doces palavras, a declaração de uma guerra que já começou na própria Câmara Americana de Comércio, aquela pela limitação do acesso dos países em desenvolvimento às tecnologias ambientalmente corretas, que são de grande importância para o combate às alterações climáticas, mas têm dono. É neste front, que se estende até a Organização Mundial do Comércio, onde se anunciam as batalhas mais acirradas acerca de um impasse que se avoluma. De um lado, países como Brasil, Índia e China já avisaram: caso tenham que fazer sacrifícios para reduzir suas emissões de carbono no âmbito das negociações internacionais sobre o combate ao aquecimento global, querem permissão para empregar algumas das tecnologias mais eficientes para este fim. No lado oposto, os países líderes em inovação (principalmente os EUA) e empresas como General Electric, Microsoft e Sunrise Solar dizem que os direitos de patentes têm prioridade absoluta. Referem-se a direitos como os que garantem a exclusividade de exploração comercial das 928 patentes de tecnologias de energia limpa registradas nos EUA em 2008. Críticos dizem que essa é uma concepção fundamentalista da propriedade intelectual, tendo em vista que entre as implicações em jogo estaria a própria sobrevivência da espécie humana sobre a Terra. Outros garantem ainda que as patentes são uma forma de protecionismo, restrições ao livre-comércio que geram ineficiência, assim como tarifas, cotas e tais, e que os esforços para quebrá-las têm a mesma natureza daqueles empreendidos para derrubar barreiras alfandegárias. Enquanto não sai a importante decisão sobre o caso Kruser versus Dmax, e enquanto o nó “verde” entre ricos e emergentes não desata, pode-se passar o tempo navegando pelo eBay, onde é possível participar de um leilão pela patente 540102 da Nova Zelândia, que garante — até segunda ordem — os direitos de propriedade sobre uma pequena turbina eólica, com lance inicial de US$ 27.500. Escrito por: Hugo SouzaJuly 03 III Prêmio Opinião e Notícia
III Prêmio Opinião e NotíciaEstão abertas as inscrições para a terceira edição do Prêmio Opinião e Notícia. Este ano, trazemos algumas novidades. A participação está aberta a estudantes matriculados não só em cursos de graduação como de pós-graduação. O tema tem tudo a ver com as transformações pelas quais este site está passando, e convida os participantes a escrever sobre conteúdo colaborativo na Internet. Desta vez, o autor do artigo vencedor receberá R$ 1.500 em dinheiro como prêmio. A III Edição do Prêmio acontece paralelamente ao lançamento da nova plataforma do Opinião e Notícia, que foi pensada de forma a ampliar a participação dos usuários nos debates propostos e facilitar o acesso às diferentes seções e editorias, tornando a navegação ainda mais agradável, natural e produtiva. Sobre o tema Aumento do número de blogs, crescimento e popularização dos sites de relacionamento como Orkut, Facebook, Twitter e MySpace, trocas de comentários, textos de leitores publicados em sites de jornalismo: essas são características da Web 2.0, onde o leitor é também autor. O chamado conteúdo colaborativo, ou conteúdo gerado pelo usuário, tem sido responsável por transformações intensas na comunicação. E essas mudanças não se limitam ao mundo online, alcançando também o universo offline. Diante do cenário observado, os participantes do Prêmio devem responder às seguintes questões: que transformações são essas? O que muda quando o leitor é também o autor? Quais os rumos que os veículos de informação tradicionais podem tomar? O que pode acontecer com a maneira de se fazer negócios e com os hábitos de consumo, em função da facilidade de se encontrar opiniões na rede? Inscrições e julgamento do trabalho vencedor O jornalista e pesquisador de mídias digitais Mario Cavalcanti, diretor-executivo do site Jornalistas da Web e autor do livro “Eu, Mídia - Era Cidadã e o Impacto da Publicação Pessoal no Jornalismo”, estará no corpo de jurados do Prêmio. As inscrições podem ser feitas até o dia dez de agosto de 2009. Os textos devem ser enviados, como arquivo anexo, para o endereço premio@opiniaoenoticia.com.br em documento Word, acompanhados de uma cópia escaneada do CPF do candidato, do RG e do comprovante de matrícula na instituição na qual estuda. Devem ser inseridos no corpo do e-mail os dados pessoais do candidato (nome, endereço completo, e-mail, telefone de contato com código de área, instituição de ensino superior onde estuda). Acesse aqui o regulamento do prêmio para saber mais. Em caso de dúvidas, escreva para premio@opiniaoenoticia.com.br Google Analytics (GA) O mercado brasileiro de internet cresce e com ele a demanda por cursos de especialização nos quatro cantos do país. Atenta a isso, a JumpEducation, após cinco anos de atividades presenciais exclusivamente na cidade de São Paulo, agora também aposta no mercado do Rio de Janeiro. · Entender o que o Google Analytics pode fazer por você e por seus objetivos de negócios; · Aprender a instalar e configurar a ferramenta; · Configurar metas e acompanhar os resultados de suas campanhas na ferramenta; · Definir quais são os relatórios ideais para suas necessidades e como configurá-los e interpretá-los; · Configurar e acompanhar resultados de comércio eletrônico, bem como Flash, Ajax e outros elementos dinâmicos; · Diagnosticar e corrigir problemas de configuração no Google Analytics; · Entender os erros comuns de configuração e interpretação de dados na ferramenta; · Aprender a utilizar novas funcionalidades avançadas como os ‘Motion Charts’; · Mensurar, analisar e agir de acordo com as melhores práticas para Google Analytics.
· Profissionais de métricas, marketing de busca, marketing digital, e-commerce e demais atividades correlatas que precisem conhecer mais sobre a ferramenta Google Analytics e assim terem condições de analisar com mais precisão o resultado de suas estratégias digitais. July 01 Uma vitória para os indígenas peruanos
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