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January 30 A EXPERIÊNCIA QUASE MORTEHÉLIO'S BLOG Google: helioaraujosilva1952.spaces.live.com/ Divulgação Científica
Como funcionam as experiências de quase morte Introdução
As experiências de quase-morte (EQMs) são tão comuns que acabaram se incorporando à linguagem cotidiana. Frases como "minha vida inteira passou como um flash diante dos meus olhos" e "ir para a luz" vêm de décadas de pesquisas sobre essas experiências estranhas e aparentemente sobrenaturais pelas quais passam pessoas à beira da morte. Mas o que exatamente são as EQMs? Alucinações? Experiências espirituais? Provas de que há vida após a morte? Ou são simplesmente alterações químicas no cérebro e órgãos sensoriais nos momentos que antecedem a morte?
Neste artigo, discutiremos o que torna uma experiência uma EQM e quem passa por ela. Também vamos explorar teorias espirituais, filosóficas e científicas sobre por que elas acontecem.
Definindo a experiência de quase-morte
Relato pessoal
"Tive a sensação de estar em um lugar cercado de névoa. Senti que estava no inferno. De um grande abismo com fumaça saíam braços e mãos tentando me agarrar... eu fiquei apavorada achando que essas mãos fossem me puxar para dentro do abismo com elas...estava muito quente lá embaixo". O Dr. Raymond Moody cunhou o termo "experiência de quase-morte" em seu livro escrito em 1975, "Vida após a vida". O livro do Dr. Raymond chamou a atenção do público para o conceito de experiência de quase-morte, mas relatos dessas experiências sempre ocorreram através da história. "República", de Platão, escrita em 360 a.C., contém a lenda de um soldado chamado Er que teve uma EQM depois de ter sido morto em combate. Er descreveu sua alma deixando seu corpo e, do céu, viu-a sendo julgada junto com outras almas.[referência - em inglês].
http://br.youtube.com/watch?v=97LJICEDUXU
Para os propósitos deste artigo, uma experiência de quase-morte é qualquer experiência na qual alguém perto da morte ou sofrendo de algum trauma ou doença que possa levar a ela percebe eventos que parecem ser impossíveis, não usuais ou sobrenaturais. Apesar de haver muitas questões sobre as EQM, uma coisa é certa - elas existem. Milhares de pessoas realmente perceberam sensações similares enquanto estavam próximas da morte. O debate é se elas realmente experimentaram ou não o que perceberam.
A maioria das EQMs têm em comum certas características, mas nem sempre elas estão todas presentes, e algumas não seguem padrão algum. Eis as características que as EQMs "típicas" têm em comum:
· sensações de tranqüilidade - essas sensações podem incluir paz, aceitação da morte, conforto físico e emocional;
· luz radiante, pura e intensa - às vezes essa luz intensa (porém não dolorosa) preenche o quarto. Em outros casos, a pessoa vê uma luz que sente representar o Céu ou Deus;
· experiências fora do corpo (EFC) - a pessoa sente que deixou seu corpo. Ela pode olhar para baixo e ver o corpo, geralmente descrevendo a visão dos médicos trabalhando nele. Em alguns casos, o "espírito" da pessoa voa para fora do quarto, para o céu ou até para o espaço;
· entrando em outra realidade ou dimensão - dependendo das crenças religiosas da pessoa e da natureza da experiência, ela pode perceber esse domínio como o Céu ou, em raros casos, como o Inferno;
· seres espirituais - durante a EFC, a pessoa encontra "seres de luz", ou outras representações de entidades espirituais. Ela pode perceber esses seres como entes queridos que morreram, anjos, santos ou Deus;
· o túnel - muitas pessoas que passaram por uma EQM se vêem em um túnel com uma luz no final, no qual podem encontrar seres espirituais;
· comunicação com espíritos - antes que a EQM termine, muitas pessoas relatam alguma forma de comunicação com um ser espiritual. Essa é geralmente expressa como uma "forte voz masculina", dizendo que ainda não chegou sua hora e ordenando que volte para seu corpo. Algumas pessoas relatam que foram convidadas a escolher entre ir para a luz ou voltarem para seu corpo terreno. Outras sentem que foram compelidas a retornar para o corpo por um comando sem voz, possivelmente vindo de Deus;
· revisão da vida - essa ocorrência é também chamada de "revisão panorâmica da vida". A pessoa vê a vida inteira em um flashback. Isso pode ser algo muito detalhado ou bastante breve. Ela pode também perceber alguma forma de julgamento vindo de entidades espirituais próximas.
As experiências de quase-morte e experiências fora do corpo são às vezes consideradas a mesma coisa, porém há algumas diferenças essenciais entre elas. Uma EFC pode ser um componente de uma EQM, mas algumas pessoas experimentam as EFCs em circunstâncias que não têm relação com a morte. As EFCs podem acontecer espontaneamente ou serem induzidas por drogas ou meditação, estando, às vezes, associadas com elementos espirituais ou sensação de traqüilidade.
Na próxima seção, veremos quem passa por uma EQM e como essas pessoas são afetadas.
EQMs atípicas
Algumas EQMs têm elementos que sustentam poucas semelhanças com a experiência de quase-morte "típica". Segundo pesquisas, algo em torno de 1% a 25% dos indivíduos não experimenta sensações de paz, não visita o céu e nem encontra espíritos amigáveis. Ao invés disso, sentem-se atemorizados e são abordados por demônios ou duendes maliciosos. Eles podem visitar locais que se encaixam nas descrições bíblicas do Inferno, incluindo fogo, almas atormentadas e uma sensação de calor opressivo.
Menos comuns são os relatos de EQMs compartilhadas, onde alguém ligado à pessoa que está morrendo a acompanha em sua jornada fora do corpo. Isso pode tomar a forma de um sonho que ocorre no mesmo momento em que a pessoa estava próxima da morte. Crianças também passam por EQM. As muitos novas tendem a relatar experiências surrealistas com alguns dos elementos comuns das EQMs, mas à medida que elas se tornam mais velhas, o ensino religioso geralmente colore suas EQMs com uma conotação mais espiritual, tal como encontrar Deus ou Jesus.
Uma pequena porcentagem de pessoas que passaram por EQMs relatam visões proféticas que lhes revelaram o destino da Terra e da humanidade. Trata-se geralmente de uma visão apocalíptica, mostrando o final dos tempos, mas alguns relatam visões da humanidade evoluindo em seres superiores. Um grupo de pessoas que não se conheciam relatou que o mundo terminaria em 1988.
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'Atrás de todo grande homem existe uma grande mulher... exausta!!'HÉLIO'S BLOG Google: helioaraujosilva1952.spaces.live.com/ Divulgação Científica
"Palavras podem não dizer o que o coração sente, mas fazem sentir o que o coração diz".
'Atrás de todo grande homem existe uma grande mulher... exausta!!'
Imediatamente ela admitiu que sim. Tinham freqüentado a mesma escola e ela o namorara por cerca de um ano. - 'Puxa, você teve sorte de eu ter aparecido!' - Wheeler se vangloriou. 'Se tivesse casado com ele, seria agora a esposa de um frentista de posto de
gasolina em vez de ser esposa de um alto executivo.'
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January 29 Pablo NerudaHÉLIO'S BLOG Google: helioaraujosilva1952.spaces.live.com/ Divulgação Científica
Pablo Neruda Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve musica, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda de marca , não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco, e os pontos sobre os iss em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho , quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva que cai incessante. Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não respondem quando lhe indagam sobre algo que sabe. Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
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January 28 Uma crise além da epiderme do capitalismoHÉLIO'S BLOG Google: helioaraujosilva1952.spaces.live.com/ Divulgação Científica
Escrito por Edilson Silva
Ter, 20 de janeiro de 2009 12:37
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Aprecie a viagem; não há bilhete de volta!HÉLIO'S BLOG Google: helioaraujosilva1952.spaces.live.com/ Divulgação Científica
Aprecie a viagem; não há bilhete de volta!
George Carlin sobre envelhecer!
(Absolutamente brilhante)
Pontos de vista de George Carlin sobre envelhecer Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se você tem menos de 10 anos, você está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações. Quantos anos você tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance! Quando você chega à adolescência, ninguém mais o segura. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 'Qual é sua idade?' 'Eu vou fazer 16!' Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vai fazer 16! E aí chega o maior dia da sua vida! Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu! Mas então você 'se torna' 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz você soar como leite estragado! Ele 'se tornou azedo'; tivemos que jogá-lo fora. Não tem mais graça agora, você é apenas um bolo azedo. O que está errado? O que mudou? Você COMPLETA 21, você 'SE TORNA' 30, aí você está 'EMPURRANDO' 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando! Antes que se dê conta, você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram. Mas, espere! Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia! Assim, você COMPLETA 21, você 'SE TORNA' 30, 'EMPURRA' os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60. Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; 'Estarei BATENDO aí na 4ª.. feira!' Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; você bate no lanche, a tarde se torna 4:30; você alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui. Entrado nos 90, você começa a dar marcha à ré; 'Eu TINHA exatos 92.' Aí acontece uma coisa estranha. Se você passa dos 100, você se torna criança pequena outra vez. 'Eu tenho 100 e meio!' Que todos vocês cheguem a um saudável 100 e meio!! Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocupar com eles. É para isso que você os paga. Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. 'Uma mente inativa é a oficina do diabo'. E o nome de família do diabo é ALZHEIMER. Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego. Lágrimas fazem parte. Suporte, queixe-se e vá adiante. As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo. Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for. Seu lar é seu refúgio.
A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração. A jornada da vida não é para se chegar ao túmulo em segurança em um corpo bem preservado, mas sim para se escorregar para dentro meio de lado, totalmente gasto, berrando:
"LEGAL, QUE VIAGEM!"
VIVA SIMPLESMENTE, AME GENEROSAMENTE, IMPORTE-SE PROFUNDAMENTE, FALE GENTILMENTE, DEIXE O RESTO PARA DEUS.
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January 27 APONTAMENTOS CRÍTICOS SOBRE A TEORIA DA CRISE EM ROSAHÉLIO'S BLOG Google: helioaraujosilva1952.spaces.live.com/ Divulgação Científica
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Qui, 15 de janeiro de 2009 14:24 |
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“Virtue itself turns vice, being misapplied,
Leandro Konder A primeira expressão teórica mais concentrada do liberalismo surge no final do século XVII, com o inglês Locke, preocupado em transformar os súditos da coroa britânica em cidadãos. Era uma época tumultuada, na qual nasciam, quase ao mesmo tempo, a instituição do habeas corpus e a especulação imobiliária. Londres fora bastante destruída por um incêndio, precisava ser reconstruída e os capitais que afluíram para a construção civil forçaram uma valorização desmesurada dos imóveis. Enquanto isso, as pessoas ─ sobretudo as que enriqueceram ─ exigiam garantias contra abusos de poder por parte do Estado. A generosidade e a grandeza do pensamento de Locke, se manifesta no fato de ele ter pensado a questão dos direitos individuais não apenas do ângulo dos burgueses ricos, mas também em nome da população em geral. ― II ― Esclarecimento: Em 1982, um grupo dissidente do “partidão” lançou minha candidatura a vereador pelo PMDB no Rio de Janeiro. Éramos todos discípulos de Leandro Konder, que escreveu este artigo para ser publicado em meu nome. Com o gesto de republicá-lo, agora assinado por Leandro Konder, restitui-se a autoria ao autor. Sergio Granja
A crise do capitalismo
Eu espero, sinceramente, que o Brasil consiga entender a essência da crise e não caia nesta cilada.
Por favor, assista a este vídeo e tente tirar alguma lição desta aula... E que os nossos governantes consigam colocá-la em sua agenda governamental.
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In English
Convite ao Fórum Mundial de Mídia Livre – Belém do Pará, Brasil, 26 e 27 de janeiro de 2009
Às vésperas do Fórum Social Mundial, midialivristas de todo planeta se reúnem para somar forças e discutir a criação de novas formas de comunicação.
Para aqueles(as) que praticam e lutam cotidianamente por uma outra comunicação, o momento presente combina a ampliação de oportunidades com o acirramento das desigualdades. Ao mesmo tempo em que se multiplicam iniciativas cidadãs e contra-hegemônicas de comunicação, acentua-se a concentração das grandes corporações de mídia e explicita-se o papel desses grupos como suporte do discurso hegemônico.
1. Os 30 anos de hegemonia neoliberal que antecederam a atual crise econômica modificaram o mundo, a subjetividade, o imaginário humano e o papel da informação na sociedade. Já as últimas décadas de mudanças tecnológicas, de mutações no capitalismo, de invenção de outras formas de compartilhar, viver, trabalhar, apontam para a crise dos modelos neoliberais e para a emergência de novos paradigmas e outros imaginários.
2. Um consenso social tem sido modelado pelos sistemas de comunicação interligados por interesses e tecnologias avassaladores. Ao mesmo tempo, novas formas de resistência e contra-discursos surgem e se disseminam buscando quebrar os "consensos". Apesar das limitações, as novas tecnologias servem à democracia participativa e surgem com impacto global e capacidade de articular redes, que funcionam sob novos modelos.
3. Uma engrenagem dioturna, formada por grandes conglomerados da comunicação, reproduz e vocaliza a mesma narrativa hegemônica que condiciona impulsos, vontades, expectativas. Por outro lado, a possibilidade da construção de outras narrativas e da apropriação de novas mídias por novos sujeitos do discurso (coletivos, periferias, minorias, etc.) é uma criação experimentada local, nacional e globalmente, a despeito de novas formas de alienação. Nunca os processos culturais, a economia criativa, a valoração da informação e do conhecimento foram tão cruciais para se pensar a sociedade.
4. Esteja explícito ou não, muitas pessoas, redes, grupos estão condicionados a forças descomunais cujo poder destrutivo evidencia-se na incerteza desses dias, marcados por um modelo de sociedade cada vez mais socialmente injusto, economicamente insustentável, ambientalmente destrutivo, moralmente aético, acrítico e permissivo. A crise do capitalismo, da mídia de massa e do pensamento único cria, no entanto, uma oportunidade de reconfiguração das discussões sobre o papel da comunicação e da informação no mundo contemporâneo.
5. Desvelou-se, neste crash financeiro, o papel da mídia oligopólica com influência crescente sobre os destinos da sociedade, inclusive omitindo e isolando vozes e fatos dissonantes. As intersecções entre a mídia e o poder dos mercados desregulados estreitaram-se nesses 30 anos. A financeirização da economia gerou uma contrapartida de financeirização do noticiário, adicionando-se um novo instrumento à manipulação da economia. Nada mais ilustrativo desse comprometimento do que o persistente malabarismo de ocultação de um sistema especulativo só reconhecido quando sua explosão ganhou evidência incontornável.
6. Estados, governos, democracias e processos de desenvolvimento foram colocados à mercê dos desígnios e chantagens impulsionados por essa lógica auto-destrutiva. A crise financeira expõe a crise do neoliberalismo. As grandes estruturas de comunicação avalizaram esse processo, emprestando-lhe legitimidade, sedução e argumentação coercitivos. Sobretudo, revestindo-o de múltiplas estratégias de desqualificação das vozes dissonantes ecoadas por governantes, partidos, lideranças sociais ou mesmo pela resistência de uma subjetividade atemorizada e constrangida.
7. Não é mais possível lutar pela democratização econômica e social do mundo ou de uma aldeia, sem erigir muitas vozes dos mais diversos alcances, com influência internacional capaz de se contrapor à usina forjadora de supostos consensos sociais. Da mesma forma que o capitalismo é global, as lutas e a resistência são globais. Não queremos produzir um novo consenso, mas defender a possibilidade das diferenças e dos dissensos.
8. Essas vozes não serão um uníssono de sinal inverso ao que se combate, mas justamente a combinação harmônica das distintas e variadas vozes que hoje se levantam a partir da afirmação do direito à comunicação dos diversos grupos e indivíduos comprometidos com a luta por justiça social, e que tem nessa diversidade a sua fortaleza.
9. Neste momento, é ainda mais importante que os veículos não alinhados ao pensamento hegemônico, os produtores independentes de mídia e todos aqueles(as) que se pautam diariamente contra as injustiças e opressões decorrentes do neoliberalismo se reconheçam na semelhança e na pluralidade de suas inquietudes. A responsabilidade que nos une deve se materializar em fóruns e ações de abrangência que se contraponham à crise que se alastra por todo o globo.
10. Convidamos assim os veículos de informação democrática, as comunidades, os coletivos, as entidades, os movimentos sociais, os blogueiros e cada individuo – que é em si um comunicador -, a participar do I Fórum Mundial de Mídia Livre, que acontece no Brasil (em Belém do Pará), nos dias 26 e 27 de janeiro de 2009. As conclusões do FMML terão importante incidência política nas deliberações do Fórum Social Mundial, que acontece nessa mesma cidade, a partir do dia 27 de janeiro de 2009.
11. Certos de que compartilhamos as mesmas preocupações e sentimento de urgência na construção de uma mídia livre e democrática, aguardamos a confirmação de sua presença.
Fórum de Mídia Livre, Brasil, novembro de 2008
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Escrito por Fritz Utzeri |
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Qua, 07 de janeiro de 2009 13:25 |
Faixa de Gaza Embora nunca tenha sido cidadão alemão (não sou “ariano” o suficiente), nasci na Alemanha nazista, sob um regime no qual minha mãe teve que provar a Gestapo que não tinha ascendentes judeus até a quinta geração e sujeita a medidas antropomórficas dos “especialistas” em “raça” para determinar se não tinha características semitas. Ou não funcionou ou os “especialistas” nessa “ciência” se enganaram, mas se houvesse a menor suspeita de judaísmo eu teria acabado num forno antes mesmo de nascer, condenado desde o óvulo e o espermatozóide, nessa singularidade diabólica que caracteriza e diferencia o nazismo de todos os demais totalitarismos, como o mal absoluto. Passei muito tempo olhando para os alemães com idade acima de 18 anos durante a Segunda Guerra para me perguntar sempre o que eu e o que eles teriam feito. Muita gente acha que sou judeu e não teria o menor problema ou preconceito em sê-lo, mas se considerar o preço que teria que pagar se o fosse, foi melhor para mim que os nazistas considerassem minha mãe aceitável, embora não de “raça pura”. Dito isto faço outra reflexão. Para mim, a pátria judaica deveria ter sido estabelecida na Baviera, em 1948. Os alemães, os carrascos e os indiferentes é que deviam ter pago a conta com suas terras e bens e não os palestinos, que nada tiveram a ver com o Holocausto e que acabaram pagando o pato (e o estão pagando até hoje), por serem vistos pelo Ocidente como um povo de segunda categoria, daquele tipo cujos mortos valem pouco ou nada. O conceito de “sub-homem” (untermënschen) que os nazistas alemães levaram ao extremo do extermínio industrial, persiste entre os povos ricos em geral, todos de boa consciência, mas que não dão a mínima para os mortos palestinos, latino-americanos ou africanos e que em geral fornecem as armas com as quais esses excluídos se matam. Os sionistas reivindicam a terra da Palestina de onde os judeus haviam sido expulsos no ano 70 pelos romanos, originando a diáspora. Alguns anos mais tarde, em 138, depois de uma segunda revolta judaica, o imperador Adriano expulsou de vez todos os judeus de Jerusalém. Adriano também alterou o nome Judéia para Siria Palestina. Apesar disso, nunca deixou de haver judeus na Palestina e durante o domínio árabe e muçulmano os filhos de Abraão foram tratados com muito mais benevolência do que o foram no ocidente cristão (afinal os árabes reivindicam o mesmo antepassado comum e veneram exatamente o mesmo deus). Quando o Estado de Israel foi fundado, haviam se passado 1878 anos da diáspora. Os palestinos foram expulsos de suas terras manu militari e sucessivas ações terroristas de grupos sionistas radicais como o Hagannah e Irgum, contra árabes e mesmo contra os ingleses que dominavam a região. Os árabes não fizeram melhor e expulsaram 800 mil judeus de vários países após a fundação de Israel, além de invadir a região e sofrer sua primeira derrota militar. O problema é que se a humanidade tivesse que resolver suas pendências territoriais com reivindicações de quase dois mil anos, o mapa do Mundo seria um caos, nós, por exemplo, teríamos simplesmente que ir embora e pedir desculpas aos índios. Mas não é só isso, se recuarmos mais no tempo veremos que a chamada “terra prometida” foi conquistada pelos judeus depois do êxodo do Egito. E não foi uma terra fácil, virgem, zero quilômetro, preparada pelo deus de Israel para o seu povo, uma terra sem ninguém. Nada disso, foi uma conquista sangrenta, guerra de extermínio. Os povos que lá habitavam como os cananeus, foram impiedosamente massacrados. Não restou nada de sua cultura, de suas gentes, nem de suas cidades. E muitos casos, nem os animais foram poupados. Foi um Holocausto. Não imagino quem sejam (ou se existem) seus descendentes, mas se há direito tão antigo, os cananeus e os demais povos que lá estavam antes dos hebreus, têm prioridade sobre os filhos de Israel. A terra de Canaã é um campo de lutas e extermínios desde o começo da civilização e a suposta doação do território por parte de um pai eterno é algo difícil de engolir para quem não for crente ou tiver o mínimo de bom senso, mas vamos ver como a Bíblia narra a história da chegada do “povo eleito” à “terra prometida”. Lemos pouco a Bíblia, mas nela há histórias de arrepiar os cabelos, a ponto de em certas passagens acharmos difícil crer que estamos diante de um livro sagrado, inspirado por um deus. Vejam esta passagem de Números, quarto livro do Pentateuco (Os cinco livros de Moises: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio). No capítulo 31, versículos 13-18 narra-se o desfecho da luta dos judeus contra os madanitas. Os filhos de Israel ganharam, e retornam a Moisés para ouvir o seguinte: “E saíram a recebê-los fora dos acampamentos, Moisés, o sacerdote Eleazar e todos os príncipes da Assembléia. Moisés irado contra os chefes do exército, contra os tribunos e centuriões que voltavam da batalha (curiosamente na edição católica da Bíblia usam-se graus militares romanos) disse: ‘Por que poupaste as mulheres? Não são elas que por sugestão de Balãao seduziram os filhos de Israel e vos fizeram prevaricar contra o Senhor pelo pecado de Fregor, pelo qual também o povo foi castigado? Matai pois todos os varões, mesmo os de tenra idade, e degolai as mulheres que tiveram comercio com homens, mas reservai para vós todas as donzelas e mulheres virgens”. Edificante ao extremo. Sei perfeitamente que estamos falando de sociedades há milhares de anos, mas a reivindicação atual se baseia num direito que foi estabelecido naquele tempo e para os judeus religiosos vale até hoje, embora os mais ortodoxos considerem a existência atual do Estado de Israel um crime, um pecado, já que o mesmo só poderia voltar a existir com a chegada do messias. Há judeus religiosos radicais que chegam a atribuir o Holocausto a uma pretensa culpa pelo sionismo. No livro seguinte, o Deuteronômio, é narrada a preparação para a conquista da Terra de Canaã por Josué, que vem a ser irmão de Moisés. Logo no capítulo 3 podemos ler um episódio da luta dos hebreus contra Og, rei de Basan. Leiam: “O rei de Basan e todo o seu povo ferimo-los até o extermínio, destruindo ao mesmo tempo todas as suas cidades, não houve cidade que nos escapasse: sessenta cidades em todo o país”. No capítulo cinco desse mesmo livro, Moisés recebe e transmite os dez mandamentos (o primeiro dos quais, listado no texto é: “não matarás”). Mas no capítulo 7, sob o título: "Destruir os cananeus e os seus ídolos", a “inspiração divina” escreve e ordena o seguinte: “Quando o senhor teu Deus te tiver introduzido na terra da qual vais tomar posse, e tiver exterminado diante de ti muitas nações: o heteu, o gergeseu, o amorreu, o cananaeu, o ferozeu, o heveu e o jebuseu, sete nações muito mais numerosas e fortes do que tu, e o senhor teu Deus as tiver entregado a ti, tu as combaterás até o extermínio. Não farás aliança com ela, nem as tratarás com compaixão”. No livro a seguir, Josué (o primeiro dos livros ditos Históricos), é relatada a conquista, massacres e extermínio dos povos que viviam na “terra prometida”. É só ler. Voltando à era moderna, os cristãos, ao perseguirem e oprimirem os judeus criaram os guetos. O termo nasceu em Veneza, onde havia uma ilha com uma fundição (ghetto em italiano antigo), onde os judeus foram oncentrados e obrigados a viver, Havia portões que fechavam o bairro à noite (retirados por Napoleão quando conquistou a cidade, mas cujos gonzos podem ser vistos ainda hoje). Os alemães estabeleceram vários guetos na Europa, entre 1939 e 1944 que chamavam de Judengasse (Bairro judeu), onde os judeus eram concentrados e aprisionados antes de serem enviados para os campos de trabalho e de extermínio. No Gueto de Varsóvia chegaram a ser confinadas 380 mil pessoas. A fome, as doenças e o envio para campos de extermínio reduziram a população para 70 mil. A revolta do gueto, em 1943 levou a seu arrasamento e ao extermínio dos sobreviventes. Faixa de Gaza Claro que as atrocidades cometidas pelos alemães são mais bárbaras do que a atitude dos judeus ante os palestinos (tente explicar isso a esse pai palestino da foto ao lado), mas a Faixa de Gaza é inquestionavelmente um gueto, o maior gueto já criado. É um dos territórios mais densamente povoados do planeta, com 1,4 milhão de habitantes para uma área de 360 km². As condições sanitárias são assustadoras. A área depende de Isarel para receber água, eletricidade e suprimentos. É cercada por muros e com portões de entrada por onde só transita quem tenha um passe. E isso não apenas do lado judeu, mas também do egípcio. Grande parte da população vive numa das maiores, talvez a maior favela do mundo. In English |
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MODELO PARA A AMAZÔNIA QUE ESTAMOS FALANDO?
Gonzalo ENRIQUEZ
O que a maioria dos responsáveis das políticas públicas na Amazônia ainda não compreendem, ou não estão interessados em compreender (por já ter assumido compromissos com as elites locais) é que o extrativismo e outras formas de produção, tradicionalmente praticadas na região, que integram as comunidades locais, apesar de ainda insuficientes, contribuem para a manutenção da floresta em pé, condição essencial para a sustentabilidade da Amazônia e para a geração de um novo modelo de sustentabilidade.
Com a intensidade das discussões sobre globalização e suas conseqüências no agravamento dos problemas ambientais no planeta, os recursos naturais se destacam hoje como um dos bens mais cobiçados para a sobrevivência da humanidade. Sendo assim, são diversos os interesses nacionais e internacionais que coexistem e se digladiam nesse campo, desde ambientalistas, que defendem o espaço geográfico e seus recursos naturais e ambientais, até fortes grupos econômicos, que consomem a natureza como simples matéria-prima para sustentar o crescimento econômico.
Acrescente-se, entre outros, o próprio Estado brasileiro, que, por intermédio das políticas públicas, expressa seu poder sobre o uso e a ocupação do território e seus recursos estratégicos como se eles fossem ilimitados. Os planos governamentais se sucedem, sobretudo a partir da década de 1970, na ocupação e desenvolvimento da Amazônia sem levar em consideração suas especificidades e riquezas naturais.
São muitas as correntes de opinião e os autores que convergem para o senso comum de que na Amazônia deve-se aproveitar a biodiversidade de forma sustentável, e que qualquer forma de exploração que não mantenha a floresta em pé terminará por destruir um bioma de riqueza imensurável, essencial para a sobrevivência da humanidade.
Entretanto, essa riqueza fantástica atribuída à Amazônia é, ainda, potencial. É preciso transformar esse potencial em insumos e produtos para os segmentos da indústria que apresentam uma demanda crescente de material de origem genético. Um dos melhores exemplos dessa demanda está nas indústrias de cosméticos (dermocosméticos), fitoterápica e farmacêutica, além da própria agricultura.
Como é de reconhecimento público e notório, a rica biodiversidade da Amazônia vem sendo subaproveitada e depredada ao longo dos tempos. Especialistas concordam que o momento atual é particularmente favorável para o aproveitamento dessa riqueza, em bases ambientalmente sustentáveis, economicamente dinâmicas e socialmente justas.
Um elemento central de diferenciação da biodiversidade, e que tem acirrado o debate sobre suas potencialidades, é o consenso entre os pesquisadores de todas as áreas de que a biodiversidade tem um substancial valor econômico e que está se tornando o principal recurso estratégico dos países de grande biodiversidade (megadiversos).
O que a maioria dos responsáveis das políticas públicas na Amazônia ainda não compreendem, ou não estão interessados em compreender (por já ter assumido compromissos com as elites locais) é que o extrativismo e outras formas de produção, tradicionalmente praticadas na região, que integram as comunidades locais, apesar de ainda insuficientes, contribuem para a manutenção da floresta em pé, condição essencial para a sustentabilidade da Amazônia e para a geração de um novo modelo de sustentabilidade.
Com a intensidade das discussões sobre globalização e suas conseqüências no agravamento dos problemas ambientais no planeta, os recursos naturais se destacam hoje como um dos bens mais cobiçados para a sobrevivência da humanidade. Sendo assim, são diversos os interesses nacionais e internacionais que coexistem e se digladiam nesse campo, desde ambientalistas, que defendem o espaço geográfico e seus recursos naturais e ambientais, até fortes grupos econômicos, que consomem a natureza como simples matéria-prima para sustentar o crescimento econômico.
Acrescente-se, entre outros, o próprio Estado brasileiro, que, por intermédio das políticas públicas, expressa seu poder sobre o uso e a ocupação do território e seus recursos estratégicos como se eles fossem ilimitados. Os planos governamentais se sucedem, sobretudo a partir da década de 1970, na ocupação e desenvolvimento da Amazônia sem levar em consideração suas especificidades e riquezas naturais.
São muitas as correntes de opinião e os autores que convergem para o senso comum de que na Amazônia deve-se aproveitar a biodiversidade de forma sustentável, e que qualquer forma de exploração que não mantenha a floresta em pé terminará por destruir um bioma de riqueza imensurável, essencial para a sobrevivência da humanidade.
Entretanto, essa riqueza fantástica atribuída à Amazônia é, ainda, potencial. É preciso transformar esse potencial em insumos e produtos para os segmentos da indústria que apresentam uma demanda crescente de material de origem genético. Um dos melhores exemplos dessa demanda está nas indústrias de cosméticos (dermocosméticos), fitoterápica e farmacêutica, além da própria agricultura.
Como é de reconhecimento público e notório, a rica biodiversidade da Amazônia vem sendo subaproveitada e depredada ao longo dos tempos. Especialistas concordam que o momento atual é particularmente favorável para o aproveitamento dessa riqueza, em bases ambientalmente sustentáveis, economicamente dinâmicas e socialmente justas.
Um elemento central de diferenciação da biodiversidade, e que tem acirrado o debate sobre suas potencialidades, é o consenso entre os pesquisadores de todas as áreas de que a biodiversidade tem um substancial valor econômico e que está se tornando o principal recurso estratégico dos países de grande biodiversidade (megadiversos).
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que tem seu nome em sua Lista ·
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classificado pela Microsoft Como o mais destrutivo que já
existiu .
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descoberto ontem à tarde pela McAfee e não existe Anti-vírus
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A palavra guerra, etimologicamente, vem do germânico werra (donde o inglês war). Seu significado original não apontava para um conflito sangrento, tal qual o conhecemos hoje em dia e sim, para uma discussão verbal ou, no máximo, um duelo. Com o latim temos o termo bellum e do grego veio pólemos. Tais termos também se referem a uma luta, mas não nos moldes das atuais guerras servindo mais para caracterizarem polêmicas verbais. Foi somente a partir do Renascimento que os termos werra, bellum e pólemos evoluíram para o significado do que hoje temos da palavra guerra.
A guerra não é, porém, um assunto recente. Desde os primórdios da civilização os homens com ela convivem, apenas as armas mudam ao longo dos tempos... Da mitologia grega temos Ares, o deus da guerra, detestado pelos imortais, filho de Zeus e Hera. Seus companheiros de luta: Éris, a discórdia; Deimos e Fobos ( o espanto e o temor) e Ênio, a deusa da carnificina na guerra. O correspondente do deus grego em Roma é chamado de Marte e, se a Ares não foi dada grande importância entre as populações helênicas, em Roma atingiu grande prestígio devido às características expansionistas.
Qual a origem da agressão? Luta pela sobrevivência, instintos intrínsecos à natureza humana, fatores socio-culturais, bases neuro-fisiológicas, uma soma destes fatores? Na verdade, a agressão pode tanto possuir um caráter construtivo quanto destrutivo a depender do ângulo, do objetivo a que se propõe. Na batalha subjetiva e maniqueísta do Bem contra o Mal o que prevalece é o ponto de vista, "a verdade de cada um". Diria talvez Freud que a luta se dá entre Tanatos (o instinto de morte) e Eros (o instinto de vida) no íntimo de cada combatente antes de se exteriorizar e alcançar proporções bélicas...
O que impressiona, se formos buscar um paralelo entre o homem e os demais animais é que para estes últimos a agressão tem por fim a continuação da espécie, a proteção de territórios de procriação, a seleção dos mais fortes e da manutenção da hierarquia. Já no homem a agressão descontrola-se e no ápice, ao se transformar em guerra, transforma-se numa ameaça à própria espécie...
Do conforto de nossas poltronas, assistimos mais uma vez ao triste, macabro espetáculo que a guerra nos oferece... Hoje disputa espaço entre outras notícias rápidas que nos dão a impressão de trailers de filmes, de acontecimentos longes de nosso alcance... A imagem da guerra (ou das guerras) banalizou-se e já nos habituamos à crueldade de suas imagens, assim como à de outras catástrofes que as TV's nos mostram...Nesse "aprendizado" de insensibilidade vamos nos esquecendo aos poucos de que pela exposição constante e mal digerida vai se formando uma cultura de homens, mulheres e crianças cegos à fraternidade, ensimesmados e fóbicos, alheios às causas das dores e sonhos do outro... Esse é o caminho para novas guerras...Até quando?
Para reflexão, deixo um video da bela música e excepcional letra de Bob Dylan (Blowin' in the wind) e duas cartas históricas trocadas entre Freud e Einstein sobre a guerra.
ARTEMIS
- Filha de Zeus e de Leto, irmã gêmea de Apolo, deusa da caça, representava a mais luminosa encarnação da pureza...
Graduada em Medicina Veterinária e Psicologia pela UFU;cursei metade dos cursos de História e Direito...
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Falaríamos de "atrocidade" se o que Israel fez aos palestinenses tivesse sido feito pelo Hamás. Israel fez muito pior. Temos de falar de "crime de guerra", de matança, de assassinato em massa (...) Na foto, criança bombardeada por Israel em escola da ONU é levada para hospital próximo. A análise é de Robert Fisk no jornal The Independent. Leia mais.
Esquecemos os 17.500 mortos – quase todos civis, a maioria mulheres e crianças – de quando Israel invadiu o Líbano, em 1982? E os 1.700 civis palestinos mortos no massacre de Sabra-Chatila? E o massacre, em 1996, em Qana, de 106 refugiados libaneses civis, mais da metade dos quais crianças, numa base da ONU? E o massacre dos refugiados de Marwahin, que receberam ordens de Israel para sair de suas casas, em 2006, e foram assassinados na rua pela tripulação de um helicóptero israelense? E os 1.000 mortos no mesmo bombardeio de 2006, na mesma invasão do Líbano, praticamente todos civis?
O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e, temo, tantos editores e jornalistas tenham acreditado na mesma velha mentira: que os israelenses algum dia tenham-se preocupado com poupar civis. "Israel toma todo o cuidado possível para evitar atingir civis", disse mais um embaixador de Israel, apenas horas antes do massacre de Gaza.
Todos os presidentes e primeiros-ministros que repetiram a mesma mentira, como pretexto para não impor o cessar-fogo, têm as mãos sujas do sangue da carnificina de ontem. Se George Bush tivesse tido coragem para exigir imediato cessar-fogo 48 horas antes, todos aqueles 40 civis, velhos, mulheres e crianças, estariam vivos.
O que aconteceu não foi apenas vergonhoso. O que aconteceu foi uma desgraça. "Atrocidade" é pouco, para descrever o que aconteceu. Falaríamos de "atrocidade" se o que Israel fez aos palestinenses tivesse sido feito pelo Hamás. Israel fez muito pior. Temos de falar de "crime de guerra", de matança, de assassinato em massa.
Depois de cobrir tantos assassinatos em massa, pelos exércitos do Oriente Médio – por sírios, iraqueanos, iranianos e israelenses – seria de supor que eu já estivesse calejado, que reagisse com cinismo. Mas Israel diz que está lutando em nosso nome, contra "o terror internacional". Israel diz que está lutando em Gaza por nós, pelos ideais ocidentais, pela nossa segurança, pelos nossos padrões ocidentais.
Então também somos criminosos, cúmplices da selvageria que desabou sobre Gaza.
Reportei as desculpas que o exército de Israel tem oferecido ao mundo, já várias vezes, depois de cada chacina. Dado que provavelmente serão requentadas nas próximas horas, adianto algumas delas: que os palestinenses mataram refugiados palestinenses; que os palestinenses desenterram cadáveres para pô-los nas ruínas e serem fotografados; que a culpa é dos palestinenses, por terem apoiado um grupo terrorista; ou porque os palestinenses usam refugiados inocentes como escudos humanos.
O massacre de Sabra e Chatila foi cometido pela Falange Libanesa aliada à direita israelense; os soldados israelenses assistiram a tudo por 48 horas, sem nada fazer para deter o morticínio; são conclusões de uma comissão de inquérito de Israel. Quando o exército de Israel foi responsabilizado, o governo de Menachem Begin acusou o mundo de preconceito contra Israel. Depois que o exército de Israel atacou com mísseis a base da ONU em Qana, em 1996, os israelenses disseram que a base servia de esconderijo para o Hizbóllah. Mentira.
Os mais de 1.000 mortos de 2006 – uma guerra deflagrada porque o Hizbóllah capturou dois soldados israelenses na fronteira – não foram crimes do Hizbóllah; foram crimes de Israel.
Israel insinuou que os corpos das crianças assassinadas num segundo massacre em Qana teriam sido desenterrados e expostos para fotografias. Mentira.
Sobre o massacre de Marwahin, nenhuma explicação. As pessoas receberam ordens, de um grupo de soldados israelenses, para evacuar as casas. Obedeceram. Em seguida, foram assassinadas por matadores israelenses. Os refugiados reuniram os filhos e puseram-se à volta dos caminhões nos quais viajavam, para que os pilotos dos helicópteros vissem quem eram, que estavam desarmados. O helicóptero varreu-os a tiros, de curta distância. Houve dois sobreviventes, que se salvaram porque fingiram estar mortos. Israel não tentou nenhuma explicação.
12 anos depois, outro helicóptero israelense atacou uma ambulância que conduzia civis de uma vila próxima – outra vez, soldados israelenses ordenaram que saíssem da ambulância – e assassinaram três crianças e duas mulheres. Israel alegou que a ambulância conduzia um ferido do Hizbóllah. Mentira.
Cobri, como jornalista, todas essas atrocidades, investiguei-as uma a uma, entrevistei sobreviventes. Muitos jornalistas sabem o que eu sei. Nosso destino foi, é claro, o mais grave dos estigmas: fomos acusados de anti-semitismo.
Por tudo isso, escrevo aqui, sem medo de errar: agora recomeçarão as mais escandalosas mentiras. Primeiro, virá a mentira do "culpem o Hamás" – como se o Hamás já não fosse culpado dos próprios crimes! Depois, talvez requentem a mentira dos cadáveres desenterrados para fotografias. E com certeza haverá a mentira do "homem do Hamás na escola da ONU". E com absoluta certeza virá também a mentira do anti-semitismo. Os líderes ocidentais cacarejarão, lembrando ao mundo que o Hamás rompeu o cessar-fogo. É mentira.
O cessar-fogo foi rompido por Israel, primeiro dia 4/11; quando bombardeou e matou seis palestinenses em Gaza e, depois, outra vez, dia 17/11, quando outra vez bombardeou e matou mais quatro palestinenses.
Sim, os israelenses merecem segurança. 20 israelenses mortos nos arredores de Gaza é número escandaloso. Mas 600 palestinenses mortos em uma semana, além dos milhares assassinados desde 1948 – quando a chacina de Deir Yassin ajudou a mandar para o espaço os habitantes autóctones dessa parte do mundo que viria a chamar-se Israel – é outro assunto e é outra escala.
Dessa vez, temos de pensar não nos banhos de sangue normais no Oriente Médio. Dessa vez é preciso pensar em massacres na escala das guerras dos Bálcãs, dos anos 90. Ah, sim.
Quando os árabes enlouquecerem de fúria e virmos crescer seu ódio incendiário, cego, contra o Ocidente, sempre poderemos dizer que "não é conosco". Sempre haverá quem pergunte "Por que nos odeiam tanto?" Que, pelo menos, ninguém minta que não sabe por quê.
(*) Texto publicado por Robert Fisk em 07/01/2009 no jornal britânico The Independent.
PRINCIPAIS TRECHOS DA ENTREVISTA DE UM LADRÃO DE CARROS**
PERÍODO PREFERIDO
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com
as coisas'.
TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, alugava um carro
para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.
DESMANCHE
'Nunca desmontei carro.. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por
encomenda. Já entrei em Concessionária, de terno, para ver o endereço e
para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava.
Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.
BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de três
quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos movimentadas'.
DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para
lá. No Paraguai, o máximo que acontece é gente que entrega a uma
pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e
documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos.. O mais
comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte
dos carros é cortada por ferros velhos. Aqui no Rio são todos na Dutra. Mas
hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe na
seguradora'.
ENCOMENDAS
'Eu tinha encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me
complico.
É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.
TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no
tráfico de drogas ou em quadrilhas que, por algum motivo, foram
para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima
nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado. O mercado
está concorrido'.
CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na
hora'.
CONSELHOS
'Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro
visível.
Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali.
Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de
vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais'.
PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior.
Se Você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4.000,00 ou R$
5.000,00..
Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a
Recuperadora:
O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos
10%, que a Seguradora paga'
JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso
por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.
PROFISSIONAIS
'No Rio só existe uns dez profissionais no furto. São pessoas comuns,
que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por
dia'.
DOM
'O furto é cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos
para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho dom'.
DESAFIO
'Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia)
e, se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de
segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais
caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer
é ter Seguro'.
AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não
ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.
COMENTÁRIO
Não deveria existir bandido que não recebesse sua pena...
Mas...'se der energia e combustível, ele vai andar'. Damos essa energia,
esse combustível... Pense nisso...
UM ALERTA. PRESTE MUITA ATENÇÃO!
Algumas medidas que devem se incorporadas no dia-a-dia:
Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em
postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais
podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote
sempre o telefone comercial.
Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio
onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de
ginastica, etc. Um extorsionário deduz desses sinais a vida de pessoa e
os usa para fazer ameaças.
Evitar compras por telefone ou Internet fornecendo o número do cartão de
crédito, peça boleto bancário..
O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-se do elemento surpresa.
O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas
pelo fator comportamental.
Jamais reagir, só em filmes dá certo.
O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não
tem nada a perder.
Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só
manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do
pneu do carro da frente.
O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num
seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente
comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:
· Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?
· Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro da
bolsa), posso pegar?
À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol
vermelho.
Não há registro de assalto com carro em movimento...
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A cobertura parcial da imprensa possui doze preceitos, texto segundo enviado por leitor ao Blog da Carta Maior. Vale a pena conferir.
1) No Oriente Médio são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represália.
2) Os árabes, palestinos ou libaneses não tem o direito de matar civis. Isso se chama "terrorismo".
3) Israel tem o direito de matar civis. Isso se chama "legitima defesa".
4) Quando Israel mata civis em massa, as potencias ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama "Reação da Comunidade Internacional".
5) Os palestinos e os libaneses não tem o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isto se chama "Sequestro de pessoas indefesas."
6) Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinos e libaneses desejar. Atualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinos. Isto se chama "Prisão de terroristas".
7) Quando se menciona a palavra "Hezbollah", é obrigatória a mesma frase conter a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã".
8) Quando se menciona "Israel", é proibida qualquer menção à expressão "apoiada e financiada pelos EUA". Isto pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.
9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões "Territórios ocupados", "Resoluções da ONU", "Violações dos Direitos Humanos" ou "Convenção de Genebra".
10) Tanto os palestinos quanto os libaneses são sempre "covardes", que se escondem entre a população civil, que "não os quer". Se eles dormem em suas casas, com suas famílias, a isso se dá o nome de "Covardia". Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso se chama "Ação Cirúrgica de Alta Precisão".
11) Os israelenses falam melhor o inglês, o francês, o espanhol e o português que os árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama "Neutralidade jornalística" ou "Imparcialidade jornalística".
12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são "Terroristas anti-semitas de Alta Periculosidade".
(Texto francês anônimo, enviado por leitor ao Blog da Carta Maior, visualizado no site do Pravda em português aqui)
~------~----~------~--~---
Hoje eu tenho apenas
Uma pedra no meu peito
Exijo respeito
Não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira
Samba do Grande Amor
Chico Buarque
Meio Ambiente e Educação Ambiental
O Brasil possui a maior biodiversidade do Planeta. Das 250.000 espécies de plantas existentes no mundo, cerca de 1/5 está em nosso território. Para que essa riqueza biológica continue existindo, de forma que seja passível de utilização em bases sustentáveis, a educação ambiental é um passo determinante. Ao contribuir com todas as esferas de governo em assuntos relativos ao meio ambiente, o principal compromisso da Embrapa é com a sustentabilidade da agricultura, definida como sistemas agrícolas economicamente viáveis, socialmente aceitáveis e, sobretudo, ambientalmente equilibrados. Essa preocupação também se manifesta nas Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário, que investiram R$ 3.839.468,40 nas diversas iniciativas relacionadas a seguir.
As tecnologias da Embrapa Semi-Árido são componentes importantes de programas de desenvolvimento rural nos Estados da Bahia e de Sergipe. Dentro do Programa de Convivência do Homem com a Seca na Região Semi-Árida da Bahia, foi firmado um convênio com o governo baiano, para transferência de tecnologia, treinamento de técnicos e produtores, e instalação de unidades demonstrativas das tecnologias em 11 municípios. Esse programa evoluiu para a formação de um convênio no valor de R$ 40 milhões entre o governo do estado e o Banco do Nordeste, para financiar a instalação das tecnologias de convivência com a seca em 40 municípios baianos. Outro convênio foi firmado com o governo de Sergipe, para apoiar a implantação do Projeto de Apoio às Famílias de Baixa Renda da Região Semi-Árida de Sergipe (Pró-Sertão), em 17 municípios, envolvendo a transferência de tecnologias para 26.000 unidades de produção de até 50 hectares.
O zoneamento agropedoclimático, elaborado com técnicas de geoprocessamento, orienta a tomada de decisões sobre ações de desenvolvimento rural e atividades de manejo dos recursos naturais, permitindo reduzir perdas agrícolas por riscos climáticos. O trabalho cooperativo, liderado pela Embrapa reuniu o Iapar, a Unicamp, o IAC, a Epagri, a Fepagro, o Inmet e a Aneel, e está disponível na Internet, no endereço:
http://www.embrapa.br/zonbr.htm.
Para nos acalmar,
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Felicidad, Salud y prosperidad te desea tu amigo Hélio.
É possível conviver com a seca
Tecnologia reduz riscos de perdas na agricultura
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A mídia supostamente denuncia os atentados (aos olhos de alguns), mas continua com pressupostos absolutamente estranhos. Rotulam de "radicais" o Hamas, mas não Israel, que já assassinou 500 pessoas em dez dias. Por Gustavo Barreto (*), da redação.
A mídia supostamente denuncia os atentados (aos olhos de alguns), mas continua com pressupostos absolutamente estranhos. Rotulam de "radicais" o Hamas, mas não Israel, que já assassinou 500 pessoas em dez dias, segundo dados conservadores oficiais. Muitas crianças. Muitas mulheres. Muitos inocentes.
Por fazer isso – uma política equivocada, que não resolve conforme demonstram as lições "esquecidas" História, e uma política neonazista, de extermínio étnico –, Israel não é tachado de "radical" pelos telejornais.
Uma pena que até na GloboNews (por exemplo), em que sempre aparecem historiadores e sociólogos um pouco mais inteligentes, principalmente no programa Milênio e em documentários comprados de emissoras estrangeiras, eles dêem este tratamento vergonhoso à informação, bem tão precioso em tempos de guerra.
Pelo contrário. A apresentadora do noticiário econômico quase sorri ao informar que os conflitos em Israel fizeram a Bovespa fechar em alta. O economista ouvido por este canal nesta segunda (5/9) – sempre um neoliberal – confirma taxativamente: as ações da Petrobras estão "bombando" no mercado financeiro. É como se dissessem: "Dane-se o ser humano".
Os comentários são feitos de forma totalmente descomprometida: não se tratam de seres humanos. Existem apenas variações de commodities devido à variação de "fatores externos", entre eles o extermínio étnico de um povo. A apresentadora não acha isso anormal: ela comemora o ano de 2009, que "surpreendeu" com todos estes "indicadores positivos".
Diante deste cenário sombrio na imprensa brasileira, conforme qualquer cidadão um pouco mais humanista pode acompanhar diariamente, a partir do seu senso crítico, só resta protestarmos e retomarmos o pensamento de Sófocles (495 a.C.–406 a.C), dramaturgo grego: "Onde convocar forças para derrubar a injustiça e a tirania quando cidadãos respeitáveis se calam?"
(*) Outros textos sobre os ataques à Faixa de Gaza em www.consciencia.net
In English
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só assim construimos o SABER.
Português
Muitas pessoas me interrogam curiosas, querendo saber porque o Hélio’s Blog aborda assuntos tão diferentes. Vai da Política a Física, passando por assuntos um tanto espinhosos. Eu explico: o Ser Humano não pode mais ser alienado no Terceiro Milênio. Cada pessoa tem responsabilidade de saber pelo menos um pouco de tudo. E é assim tentando que o Hélio’s Blog faz uma Divulgação Científica, Democrática e mais Ética. Como? Sempre preservando os originais dos textos e os seus Autores.
In English
Many people interrogate me wanting to know why the Hélio's Blog approaches so different subjects. Indeed, the blog goes from Physics to Politics. I explain: the man cannot be mentally ill in the Third Millenium. Each person has responsibility to know at least a little about everything. With that objective in mind, the Hélio's Blog makes a Scientific Spreading, Democratic and More ethical. How? Always preserving the originals texts and its Authors.
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Sou contra a educação como processo exclusivo de formação de uma elite, mantendo a grande população analfabeta e na ignorância. In English I am against the education as exclusive process of formation of the elite, keeping the great majority of the population in illiteracy state and ignorance. In italiano
Sono contro la formazione come processo esclusivo di formazione dell'elite, mantenente la grande maggioranza della popolazione nella condizione e nell'ignoranza dell'analfabetismo. En français
Je suis contre l'éducation en tant que processus exclusif de la formation de l'élite, maintenant la grande majorité de la population dans l'état et l'ignorance d'analphabétisme. 繁體中文版
我是反對教育作為精華的形成的專屬過程,保留人口的大多数在文盲狀態和無知。 |
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