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11月26日 A peregrinação é um evento anual com a participação de muçulmanos de todo o mundo.
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Muçulmanos chegam a Meca para peregrinação
Todo ano, cerca
de 3,5 milhões de muçulmanos de viagens de todo o mundo para Meca para realizar
a peregrinação chamada Hajj, que é o quinto pilar do Islam. Hajj é obligaory pelo menos uma
vez na vida para todo muçulmano, homem ou mulher, na saúde razoavelmente bom,
para aqueles que são financeiramente capaz e seguro. No cumprimento deste serviço, os
muçulmanos expressam sua devoção a Deus. A peregrinação é um evento
anual com a participação de muçulmanos de todo o mundo. 11月25日 Copenhague: Desafio é mudar o mundoHÉLIO'S BLOG Divulgação Científica
Fonte: APCopenhague Desafio é mudar o mundo
A conferência sobre mudanças climáticas, que será realizada em dezembro em Copenhague, visa mudar a forma como o mundo é administrado. O presidente Barack Obama diminuiu as expectativas quando disse durante sua viagem à Ásia que um tratado não seria fechado durante a Conferência de Copenhague. Logo depois ele deu esperanças quando sinalizou que os Estados Unidos talvez avancem nas negociações na Dinamarca, apesar do atraso da legislação norte-americana. Segundo a analista climática Jennifer Morgan, as maiores economias esperam saber o que os Estados Unidos têm a dizer durante a reunião em Copenhague. A delegação norte-americana poderia sugerir um corte de no mínimo 17% nas emissões de gases para a próxima década. Em nossa opinião… É preciso mudar os hábitos do mundo moderno. Mesmo se aumenta o número de céticos que negam o aquecimento global, parece evidente que destruir a floresta amazônica, ou encher o ar das cidades de carvão, não pode ser bom. Leia Mais
11月24日 Mussolini Um autêntico antissemitaHÉLIO'S BLOG Divulgação Científica
MussoliniUm autêntico antissemitaNo dia 18 de novembro o diário da amante de Mussolini foi publicado como um livro chamado “Mussolini Segreto”. Clara Petacci descreve Mussolini como um verdadeiro antissemita. O livro perturba a visão positiva que muitos italianos têm do líder que tinha Hitler como aliado. Os documentários exibidos na TV geralmente não mostram as atrocidades cometidas por Mussolini e só destacam que suas leis raciais, aprovadas em 1938, eram absurdas. Segundo o líder político Silvio Berlusconi, Mussolini nunca matou ninguém. Em 2004, o filho de Mussolini publicou uma biografia onde descreve o pai como um homem cuidadoso com a família e ignora o lado negro do líder que enviou milhares de judeus para os campos de concentração nazistas. Ler o diário de Clara será difícil para muito italianos, de acordo com a Economist. Na obra, a amante fala que Mussolini era racista desde os 21 anos e registrou a vontade do líder de realizar um massacre equivalente ao que a Turquia praticou com armênios em 1915. Compartilhe Leia Mais
11月23日 SalónicaHÉLIO'S BLOG Divulgação Científica
Salónica Localização de Salônica na Grécia Bandeira de Salónica. Selo de Salónica.
História A cidade foi construída por determinação de Cassandro, em 316 a.C., que lhe deu o nome da sua esposa, Tessalônica, meia-irmã de Alexandre Magno. Esta fora assim chamada por seu pai, Filipe II da Macedónia, por ter nascido no mesmo dia da vitória (νίκη, níkē, em grego antigo) dos macedônios sobre os tessálios.[2] O nome alternativo Salónica, antigamente mais comum e usado em vários idiomas europeus, deriva da variante Σαλονίκη (Saloníki) em grego popular. Outras denominações historicamente importantes incluem سلانيك, em turco otomano, e Selânik, em turco moderno; Солун (Solun), nas línguas eslavas da região; Sãrunã en aromeno; Selanik em ladino. Foi a capital de um dos quatro distritos romanos da Macedónia, governada pelo pretor Fabiano, a partir de 146 a.C.. Na sua segunda viagem missionária, São Paulo pregou na sua sinagoga, lançando as bases de uma das mais marcantes igrejas da época, e destinou-lhe duas das suas epístolas. A animosidade contra Paulo, por parte dos judeus da cidade, levou-o a fugir para Beréia. Posteriormente, escreveu a Primeira Epístola aos Tessalonicenses e a Segunda Epístola aos Tessalonicenses. Em 388, a cidade foi palco do Massacre de Tessalónica, quando, por ordem do imperador Teodósio I, diversas pessoas foram assassinadas por não concordarem com os preceitos do catolicismo, recentemente adoptado como a única religião oficial do Império Romano. Domínio bizantino e veneziano Desde que foi subtraída à Macedônia, Salónica fez parte do Império Romano e do Império Bizantino, até que Constantinopla foi conquistada na Quarta Cruzada, em 1224. A cidade tornou-se capital do Reino de Salónica, fundado pelos cruzados, até ser capturada pelo Despotado bizantino do Épiro, em 1224. É reconquistada pelo Império Bizantino em 1246, mas, sem capacidade para fazer frente às invasões do Império Otomano, o déspota bizantino Andrónico Paleólogo é forçado a vendê-la a Veneza, que a manteve até 1430. Domínio Otomano Sob domínio do Império Otomano até 1912, a cidade distinguia-se pela sua população maioritariamente judaica de origem sefardita, em consequência da expulsão dos judeus da Espanha depois de 1492 (havia também alguns judeus romaniotas). A língua mais usada na cidade era o ladino (língua derivada castelhano) e o dia de descanso oficial da cidade era o sábado. Domínio grego moderno Salónica Tessalônica foi o principal "prêmio" da primeira Guerra dos Balcãs em 1912, quando se tornou parte da Grécia. Durante a Primeira Guerra Mundial, um governo provisório foi ali estabelecido e dirigido por Elefthérios Venizélos. Este governo tornou-se aliado dos britânicos e franceses, contra a vontade do rei, que era favorável à neutralidade da Grécia. A maior parte da cidade foi destruída por um incêndio de origem desconhecida (provavelmente um acidente), em 1917. O fogo teve como consequência a diminuição para metade da população judia que emigrou depois de verem as suas casas e seus meios de subsistência destruídos. Muitos foram para a Palestina. Alguns foram no Expresso do Oriente para Paris. Ainda outros foram para a América. Gregos exilados de Esmirna e de outras áreas da moderna Turquia em 1922, seguindo a derrota do exército grego que invadiu a Ásia Menor, chegaram a Tessalônica e influenciaram a cultura da cidade. Elefthérios Venizélos proibiu a reconstrução do centro da cidade até que uma planta moderna da cidade estivesse pronta. Apesar dos esforços gregos, quase todos os habitantes judeus da cidade foram assassinados no Holocausto durante a ocupação alemã entre 1941 e 1944. Actualmente é uma cidade universitária, base da NATO e um importante centro industrial, com refinarias de petróleo, fábricas de maquinaria, têxteis e tabaco. Monumentos e outros lugares de interesse A Torre Branca O Arco de Galério Um marco e um símbolo bem conhecido em Tessalónica é a Torre Branca (em grego, Λευκός Πύργος). Outros monumentos notáveis são o Arco de Galério, a igreja de São Demétrio e os extensos muros da cidade. O Museu Arqueológico de Tessalônica guarda um rico acervo que abrange desde a Pré-história até o período romano. Tessalônica tem bonitas praças com muitos bares, como a Praça Aristóteles, a Praça Santa Sofia, a Praça Nea Panagia e a Praça Navarínu. Referências
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
11月22日 Os países gastam, com armamento este ano, um trilhão e oitocentos bilhões de dólares!HÉLIO'S BLOG Divulgação Científica
I am sorry - Pido perdón.![]() Uma mensagem a todos os membros de Mural dos Escritores
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